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title: "mboxShell 1.3: Homebrew, Scoop, Cargo e índice v6 — Mbox Viewer"
description: "O mboxShell 1.3.0 agora se instala com um só comando no macOS, no Linux e no Windows, com Homebrew, Scoop ou pelo crates.io. E o índice deixa sua última dependência sem manutenção: ficou 36% menor e carrega com a mesma rapidez."
url: https://mboxviewerpro.com/pt-br/blog/novidades-do-mboxshell-1-3/
language: pt-BR
updated: 2026-11-03
source: Mbox Viewer
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`announcement` `product` `mboxshell`

# mboxShell 1.3: instale com Homebrew, Scoop ou Cargo, e um índice mais enxuto

O mboxShell 1.3.0 agora se instala com um só comando no macOS, no Linux e no Windows, com Homebrew, Scoop ou pelo crates.io. E o índice deixa sua última dependência sem manutenção: ficou 36% menor e carrega com a mesma rapidez.

[David Carrero](https://mboxviewerpro.com/pt-br/autor/) · 3 de novembro de 2026

O [mboxShell](https://mboxviewerpro.com/pt-br/mboxshell/), nossa ferramenta de terminal de código aberto para arquivos MBOX, chegou hoje à **1.3.0**. Ela traz duas mudanças que não aparecem no uso, mas fazem diferença: instalar deixou de ser baixar um binário na mão, e o índice que ela cria para cada caixa perde a última dependência sem manutenção que ainda tinha. Além disso, corrige duas coisas.

## Instale com o gerenciador de pacotes que você já usa

Até agora, fora no NixOS e no Arch, o caminho era baixar o binário do GitHub, torná-lo executável e movê-lo para uma pasta do `PATH`. A 1.3.0 traz três opções novas.

**Homebrew, no macOS e no Linux:**

```
brew install dcarrero/tap/mboxshell
```

Instala o binário da versão junto com o autocompletar do shell e a página de manual, então `man mboxshell` funciona logo de cara. As próximas versões chegam com `brew upgrade`.

**Scoop, no Windows:**

```
scoop bucket add dcarrero https://github.com/dcarrero/scoop-bucket
scoop install dcarrero/mboxshell
```

**Cargo, pelo crates.io**, se você tem Rust instalado:

```
cargo install mboxshell     # compila a partir do código-fonte
cargo binstall mboxshell    # baixa o binário já compilado
```

O `cargo binstall` é o caminho rápido: baixa o mesmo binário que publicamos no GitHub em vez de passar alguns minutos compilando.

As três acompanham sozinhas cada versão nova. E as de antes continuam: o mboxShell segue no [nixpkgs](https://search.nixos.org/packages?channel=unstable&query=mboxshell) (`nix-shell -p mboxshell`) e no AUR do Arch (`yay -S mboxshell`). Todas estão explicadas na [seção de instalação do README](https://github.com/dcarrero/mboxshell#installation).

## Um índice menor e sem bincode

Na primeira vez que você abre uma caixa, o mboxShell lê tudo e grava um índice ao lado dela (ou na pasta de cache, se não puder gravar ali). Graças a ele, nas vezes seguintes a caixa abre sem ser lida de novo do começo ao fim, mesmo que tenha vários gigabytes.

Esse índice era gravado com o bincode, uma biblioteca Rust que não tem mais manutenção, como registra o aviso [RUSTSEC-2025-0141](https://rustsec.org/advisories/RUSTSEC-2025-0141.html). Ela não tinha nenhuma falha conhecida, mas uma dependência que ninguém mantém é uma dependência que ninguém vai corrigir no dia em que tiver. A 1.3.0 grava as entradas com postcard e o cabeçalho na mão, com a mesma estrutura de antes.

De quebra, o índice ficou menor: com 100 mil mensagens, cai de 39,4 MB para 25,3 MB, 36% a menos, e carrega com a mesma rapidez. O `cargo audit`, que compara as dependências com a base de avisos de segurança do Rust, não aponta mais nada.

É a versão 6 do formato do índice, e você não precisa fazer nada. Na primeira vez que a 1.3.0 abrir uma caixa que já tinha índice, o mboxShell percebe que ele está no formato antigo e o recria. Essa abertura demora o mesmo que a primeira de todas; depois, volta a ser rápida.

## Duas correções

**Um índice ilegível não impede mais de abrir a caixa.** Se o conteúdo do índice estivesse danificado, a caixa não abria. Agora o mboxShell o refaz, como já fazia quando o índice não correspondia mais ao arquivo.

**Remetentes empatados saem sempre na mesma ordem.** No `stats` e no `stats --json`, dois remetentes com o mesmo número de mensagens podiam trocar de lugar de uma execução para outra. Agora os empates são ordenados por nome, e duas execuções na mesma caixa dão exatamente a mesma saída. Quem compara resultados com `diff` ou os processa num script vai gostar.

## O que a 1.1 e a 1.2 trouxeram

Desde a [1.0](https://mboxviewerpro.com/pt-br/blog/novidades-do-mboxshell-1-0/) saíram quatro versões sobre as quais ainda não tínhamos falado aqui:

-   **1.1.0:** a ajuda (`?`) lista todos os operadores de busca, não 8 de 15, e `F1` a abre direto nesse ponto, inclusive a partir da barra de busca.
-   **1.2.0:** as exportações HTML mostram as imagens que a mensagem leva dentro, como logotipos ou fotos, sem baixar nada de fora. Antes elas eram removidas.
-   **1.2.1:** o clipe não aparece mais em mensagens sem anexo, um erro que se via sobretudo em e-mails enviados pelo Alpine.
-   **1.2.2:** exportar para CSV pela interface não sobrescreve mais a exportação anterior, e o log (`mboxshell.log`) só pode ser lido pelo dono.

## Onde encontrar

As notas completas estão na [página da versão no GitHub](https://github.com/dcarrero/mboxshell/releases/tag/v1.3.0). Na [página do mboxShell](https://mboxviewerpro.com/pt-br/mboxshell/) você encontra os binários para Linux, macOS, FreeBSD e Windows, os comandos e as últimas versões.

E se você prefere uma janela a um terminal, a mesma ideia vive no Mbox Viewer Pro, para Mac, Windows e, em beta, [Linux](https://mboxviewerpro.com/pt-br/linux/).

## Abra seu arquivo com o Mbox Viewer

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