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Mbox Viewer 2.8.6 para Mac e Windows: os marcadores do Gmail deixam de ser um muro de linhas

Os marcadores aninhados do Gmail agora se dobram em uma árvore em vez de ficarem lado a lado, a assinatura anual volta ao lado da licença vitalícia e a Privacidade pode esquecer o que você abriu. Na Microsoft Store desde 4 de setembro e na Mac App Store desde o dia 7, mais a 2.8.7 para Windows.

David Carrero ·

A 2.8.6 já está nas duas lojas: a Microsoft Store aprovou no dia 4 de setembro, no mesmo dia do envio, e a Apple aprovou a versão de Mac no dia 7. O Windows recebeu também uma 2.8.7 pequena no dia 4, e é por isso que este artigo cobre três números de versão de uma vez.

O app é somente leitura, como sempre. Nada disto modifica o arquivo que você abre.

Os marcadores do Gmail deixam de ser um muro de linhas

O Gmail guarda a hierarquia dentro do nome do marcador. Trabalho/Clientes/Acme é um marcador, não três, e é exatamente assim que ele chega na exportação do Takeout. A barra lateral listava esses caminhos em plano, então uma caixa com uma árvore de verdade virava uma coluna de linhas que começavam todas iguais e se distinguiam no fim — justamente o pedaço que não dava para ver.

Agora elas se dobram em uma árvore. Cada linha mostra só o último trecho, com o caminho completo ao passar o mouse; os ramos abrem e fecham, e o que contém o marcador pelo qual você está filtrando abre sozinho.

Há um detalhe que vale conhecer, porque o Gmail se comporta do mesmo jeito. Um degrau que existe só como prefixo — existe Trabalho/Clientes/Acme, mas nenhuma mensagem leva Trabalho/Clientes — é desenhado apagado e sem contador. Ele agrupa e se desdobra, mas não filtra, porque não há nada para filtrar. E se nenhum dos seus marcadores tiver barra, a barra lateral fica exatamente como antes.

Esta foi pedida por um cliente antes de comprar.

Duas formas de ter o Pro

A assinatura anual voltou à venda, ao lado do Pro Lifetime. A tela de upgrade mostra os dois cartões e você escolhe: pagar uma vez ou pagar por ano. Qualquer uma desbloqueia a mesma coisa, e para quem já comprou a licença vitalícia não muda nada — ela continua sendo um pagamento único e continua sem vencer.

O cartão da assinatura só é desenhado quando a loja entrega ao app um preço real, então em um mercado onde ela não está à venda você encontra a tela de sempre. O nível gratuito fica igual: caixas de até 1 GB, todos os recursos, sem limite de tempo. Os preços dos dois planos, mercado a mercado, estão na página de preços.

É disso que trata também a 2.8.7 para Windows. Os ajustes diziam «Pro Lifetime ativado» para quem paga a assinatura; agora dizem simplesmente que o Pro está ativo. O estado da licença sabe qual dos dois planos está por trás e, se os dois estiverem presentes, manda a vitalícia, que é a que não se pode perder. O texto é escolhido em um só lugar, então sai certo também na atualização que roda logo depois da compra, e não apenas ao reabrir os ajustes. No paywall, o cartão do pagamento único agora diz «Um pagamento, para sempre» e abandona o «— sem assinatura», redundante bem ao lado do cartão da assinatura.

A privacidade pode esquecer o que você abriu

O histórico de buscas pode ser apagado em Ajustes → Privacidade, e apagar agora apaga de verdade. Cada janela aberta guardava a própria cópia na memória e a reescrevia na busca seguinte, então o que você tinha acabado de excluir voltava sozinho. Agora é uma lista só para o app inteiro.

No Mac há um terceiro botão. O app guarda um marcador para cada caixa aberta, para poder alcançar o arquivo de novo depois de reiniciar — e esses marcadores são indexados pelo caminho completo, ou seja, juntos formam uma lista das caixas que você abriu. Esse botão joga todos fora. Nada quebra: da próxima vez que você abrir um arquivo, o marcador é criado de novo. A seção agora também diz com todas as letras que tudo o que ela enumera fica neste Mac e que apagar não tem volta.

Já que estamos na seção de privacidade, vale dizer: os índices de busca vivem na memória e não existe lista de recentes, então o histórico era a única coisa que o app guardava do seu e-mail.

As correções menores

O nome proposto ao exportar uma seleção não come mais o final. Uma caixa do Google Groups tem o nome do grupo — [email protected] — e o app propunha [email protected], porque cortava tudo que viesse depois do último ponto. A extensão agora só é removida quando é de fato uma de caixa: .mbox, .eml, .mbs, .mbx.

Verificar a árvore nova no Windows rendeu mais duas: fechar o ramo que continha o marcador ativo fazia o filtro sumir em silêncio, e abrir um ramo podia mover a seleção.

E todos os links que o app abre já apontam para mboxviewerpro.com — o site em Sobre e na ajuda, a política de privacidade e as URLs de marketing, suporte e privacidade da ficha da loja — e abrem a página no idioma em que você está usando o app, em vez de mandar todo mundo para a inglesa. No caminho apareceu um bug de verdade: o link de privacidade dava 404 em espanhol, francês, alemão e português, porque o app montava o endereço como /pt-br/privacy/ enquanto o site traduz também o endereço (/pt-br/privacidade/, /es/privacidad/, /de/datenschutz/). Esses quatro chegam agora à página real, e o polonês entrou junto com eles. O domínio anterior redireciona, então nada do que você tinha salvo deixa de funcionar.

Por que o Mac pula da 2.8.4 para a 2.8.6

Porque a 2.8.5 foi só do Windows: uma correção da impressão de que o macOS nunca precisou, publicada no mesmo dia em que foi reportada. Daqui em diante o mesmo número significa a mesma coisa nas duas plataformas: a 2.8.6 de Mac e a 2.8.6 de Windows são a mesma versão.

Como conseguir

As duas chegam como atualizações normais da Mac App Store e da Microsoft Store. A lista completa, versão a versão e plataforma a plataforma, está no changelog.

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